quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O cálice das pérolas

Era uma vez... As histórias maravilhosas começam assim. Não importa o tamanho delas. Se começam por era uma vez, são sempre maravilhosas.

Pois era uma vez um homem. Um homem pobre que de precioso só tinha um cálice.

Nele, ele bebia a água do riacho que passava próximo à sua casa. Nele, bebia leite, quando o conseguia, em troca de algum trabalho.

Era pobre, mas feliz. Feliz com sua esposa, que o amava. Feliz em sua pequena casa, que o sol abraçava nos dias quentes, tornando-a semelhante a um forno.

Feliz com a árvore nos fundos do terreno, onde escapava da canícula.

Saía pelas manhãs em busca de algum trabalho que lhe garantisse o alimento a ele e à esposa, a cada dia.

Assim transcorria a vida, em calma e felicidade. Nas tardes mornas, quando retornava ao lar, era sempre recebido com muita alegria.

Era um homem feliz. Trazia o coração em paz, sem maiores vôos de ambição.

Então, um dia... Sempre há um dia em que as coisas acontecem e mudam o rumo da História.

Pois, nesse dia, nem ele mesmo sabendo o porquê, uma lágrima caiu de seus olhos, dentro do cálice.

De imediato, o homem ouviu um pequeno ruído, como de algo sólido, que bateu no fundo do recipiente.

Olhou e recolheu entre os dedos uma pérola. Sua lágrima se transformara em uma pérola.

Então, o homem pensou que poderia ficar muito rico se chorasse bastante.

Como não tinha motivos para chorar, ele começou a criá-los. Precisava se tornar uma pessoa triste, chorosa, para enriquecer.

Com o dinheiro da venda das pérolas pensava comprar lindas roupas para sua esposa, uma casa mais confortável, propriedades, um carro.

E assim foi. Ele começou a buscar motivos para ficar triste e para chorar muito.

Conseguiu muitas riquezas. Ele poderia tornar a ser feliz. No entanto, desejava mais.

As pequenas coisas que antes lhe ofertavam alegrias, agora, de nada valiam.

Que lhe importava o raio de sol para se aquecer no inverno? Com dinheiro, ele mandou colocar calefação interna em toda sua residência.

Por que aguardar os ventos generosos para arrefecer o calor nos dias de verão? Com dinheiro, ele pediu para ser instalado ar condicionado em toda a sua casa.

E no carro, e no escritório que adquiriu para gerir os negócios que o dinheiro gerara.

E a tristeza sempre precisava ser maior. Do tamanho da ambição que o dominava.

Nunca era o bastante. Os afagos da esposa, no final do dia e nos amanheceres de luz deixaram de ser imprescindíveis.

Ele não podia perder tempo. Precisava chorar. Precisava descobrir fórmulas de ficar mais triste e derramar mais lágrimas.

Finalmente, quando o homem se deu conta, estava sem esposa, sem amigos. Só... Com seu dinheiro, toda sua imensa fortuna.

Chorando agora, estava tão desolado, que nem mais se importava em despejar o dique das lágrimas no cálice.

A depressão tomara conta dele e nada mais tinha significado.

A história parece um conto de fadas. Mas nos leva a nos perguntarmos quantas vezes desprezamos os tesouros que temos, indo à cata de riquezas efêmeras.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Selo


Ganhei esse selo do Blog Fada do Crochet, da amiga gaúcha como eu , Sandra Santos, beijokas amiga.

As caixas de Deus

Certa noite, um homem teve um sonho. Sonhou que tivera um encontro com Deus e porque o homem se apresentasse muito triste, Deus o presenteou com duas caixas.

Uma delas era de cor preta, envernizada e a outra de cor dourada, com um belo laço de fita.

"Coloque todas as suas tristezas na caixa preta", recomendou o bom Deus. "E as suas alegrias, guarde na caixa dourada."

O homem entendeu Suas palavras e, desde aquele dia, passou a proceder de acordo com a recomendação Divina.

Depois de algum tempo, o homem se surpreendeu porque a caixa dourada ficava cada dia mais pesada e a preta continuava tão leve quanto a noite em que a ganhara de Deus.

Tomado de curiosidade, abriu a caixa preta. Queria descobrir por que estava tão leve, se quase todos os dias ele colocava ali, ao menos, uma pequena tristeza.

Foi então que ele percebeu um buraco na base da caixa, por onde saíam todas as suas tristezas.

Pensou alto, falando com Deus:

"Por que, Pai, Você me deu uma caixa com um buraco e uma caixa inteira, sem nenhum vazamento?"

O bom Pai respondeu de pronto: "Meu filho, a caixa dourada é para você contar suas bênçãos. Por isso é fechada. A caixa preta é para você deixar ir embora todas as suas tristezas."



Diz o provérbio popular que tristezas não resgatam dívidas. É verdade. Mais do que isso, guardar tristezas é extremamente prejudicial à vida.

A tristeza é má conselheira, porque empana a visão mental de quem lhe sofre a presença e lhe perturba o discernimento.

A presença da tristeza produz emoções de sofrimento, que devem ser vencidas a esforço de renovação, a fim de que não se transformem em amargura ou desinteresse pela existência física.

No concerto harmonioso da Criação tudo convida à alegria. Flora e fauna são um poema de maravilhosa estrutura exaltando o Criador.

Apesar da Terra ser um planeta de provas e expiações, é também uma escola de campos verdes de infinita beleza, de perfumes no ar e de cascatas que arrebentam cristais nas pedras.

Nesse conjunto, só o homem é triste porque ele pensa, e a insatisfação, o orgulho, o egoísmo, a rebeldia o tornam sombrio, solitário e amargo...

Mas é o mesmo ato de pensar que ergue o homem ao esplendor dos céus, para agradecer o presente da vida no corpo, que lhe proporciona a evolução

Cães de guarda

O cão tem sido, ao longo do tempo, apresentado como companheiro do homem, exemplo de fidelidade. O mundo pôde ver a cadela Baltique, da raça Labrador, acompanhar fielmente o enterro do seu dono, o Presidente da França, François Miterrand.

Raras são as crianças que não têm um cãozinho para brincar. Um Poodle, Bassê, um simples vira-lata.

Alguns cães têm uma infinita paciência. A criança os puxa, aperta, abraça, dá ordens. Andam no triciclo com o menorzinho da casa, passeiam no carro com o patrão.

Alguns se submetem a virarem um tipo de boneco e se deixam colocar nos carrinhos de bebês, como se bebês fossem, participando da brincadeira de faz de conta. As crianças os chamam de seus filhinhos e falam com eles, crendo que tudo entendem.

São famosas as histórias, imortalizadas nas telas do cinema e da TV, de cães que deram sua vida na defesa do ser humano. Dos que morrem tristonhos sobre os túmulos dos seus donos. Dos que, treinados, conduzem cegos, salvam vidas nos incêndios, nos terremotos, na neve.

O grande gênio Walt Disney criou um romance entre cães e até hoje nos encantamos com A dama e o vagabundo.

Fofinhos, travessos, brincalhões, os cães de estimação não saem de moda.

O que têm aumentado em número assustador são os cães de guarda. Não os bons e velhos cães de guarda, ao mesmo tempo companheiros fiéis dos seus donos.

Uma outra classe bem diferente. Em nome da violência que invade os lares, as pessoas erguem muros altos, instalam alarmes, contratam vigias. E compram um cão de guarda, escolhido entre as raças mais agressivas.

Alguns cães têm a mordida igual ao impacto de uma tonelada.

Os treinadores e os criadores afirmam que cães bem criados não atacam pessoas inocentes. Dizem que um cão de guarda é dotado do dom de diferenciar a voz de um criminoso da de um homem bem intencionado.

Com isto cresce não somente a procura por cães sempre mais agressivos, mas também os treinamentos a cada dia mais violentos.

Os cães se transformam em verdadeiras armas de guerra.

Um animal com instinto agressivo apurado por uma série de cruzamentos e submetido a treinamentos que o condicionam à violência, pode ser controlado durante muito tempo. Mas não durante todo o tempo.

Assim, crianças e adultos, vez ou outra, são apanhados de surpresa e recebem mordidas de arrancar orelhas, quebrar ossos, traumatizar para o resto da vida.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Bolero Crochet Floral Rosa Ártemis












Bolero feito em crochet com motivos florais em linha 100% algodão , tamanho 40, também feito em outros tamanhos e outras cores, peça a tabela de cores, enviamos por email.



O Significado do número de sua casa

Pela numerologia podemos saber qual a vibração que estamos recebendo através do número de nossa casa ou apartamento. As casas têm natureza e gostam de ser elas próprias. É o local onde recarregamos nossas energias.
Se sentimos desconforto na casa em que atualmente estamos vivendo, é porque não estamos nos adaptando às suas vibrações. Neste caso podemos equilibrá-las através das cores que podemos utilizar em nosso ambiente.

Por exemplo, se a sua casa tem a vibração número 4, ela exige trabalho, rotina. Para torná-la mais agradável e repousante, basta equilibrá-la, colocando a casa em ordem, tratando da limpeza, cuidando da decoração empregando tons verdes.

Para calcular o número de sua casa é simples: Basta você somá-lo até que o resultado fique com um único digito.

Exemplo: Se você mora no número 625, basta somar 6 + 2 + 5 = 13,
se ainda não restou apenas um dígito somar novamente 1 + 3 = 4

Se você mora em apartamento considere apenas os números da sua porta.

Veja a seguir: Qual a vibração do número de sua casa?



CASA NÚMERO 1


Este número está relacionado à liderança e à autoridade. Vai exigir pessoas
independentes, que tenham atividades criativas e originais. O local é sempre
considerado seguro, ideal, despertando muita curiosidade dos vizinhos,
parentes e amigos. Morar nesta casa ajuda os moradores a progredir, mesmo
aqueles que não tenham as características de personalidade exigidas por essa vibração.
Para equilibrar essa energia deve usar na decoração, a cor vermelha, que é
a cor que faz emergir em nós força, garra e coragem, coloque flores,
objetos, utilize os alimentos correspondentes a
cor vermelha: maça vermelha, morango, ameixa, cereja, melancia, tomate,
pimentão vermelho, beterraba, etc. Assim estará estimulando essa energia.


CASA NÚMERO 2


Essa casa exige pessoas tranqüilas, que gostam de viver com simplicidade, e
que sejam bons ouvintes. Esta é uma casa que normalmente é um ponto de
encontro de amigos e moradores. Pessoas autoritárias tem dificuldades de se
dar bem numa casa 2. Os contatos feitos sob essa vibração são duradouros,
tanto em negócios como na vida familiar. Essa é uma casa que tem instinto
feminino, precisa de ter harmonia, paz e verdade.
Para equilibrar essa energia é importante ter na casa a cor laranja, que
aumenta a compreensão, e está relacionada à comunicação, facilita a
expressão e ajuda no relacionamento por criar um bom nível de diálogo entre
as pessoas. Use na decoração, objetos, flores e alimentos: abóbora,
cenoura, pêssego, laranja, tangerina, etc.


CASA NÚMERO 3


É uma casa receptiva, exige de seus moradores estejam sempre alegres,
otimistas e confiantes.
Estimula a criatividade, as idéias e o conhecimento. Sempre tem lugar para
mais um. Os moradores de uma casa 3 tentam sempre melhorar o humor dos
vizinhos e amigos. O telefone nunca para de tocar. Essa vibração dá muita
alegria e felicidade, mas os moradores devem aprender a canalizar as suas
energias para não desperdiçar seus talentos.
Para equilibrar esta vibração é importante ter tons de amarelo pela
casa, que amplia nossos horizontes tornando a vida mais alegre e divertida.
Use na decoração objetos, flores amarelas, como por exemplo, os girassóis,
alimentos: milho, manga, banana, abacaxi, laranja, etc.


CASA NÚMERO 4


A vibração dessa casa exige que as pessoas sejam práticas, sistemáticas,
econômicas e bem determinadas em seus objetivos. Os seus moradores devem
dividir as tarefas e saber organizar o tempo, para aproveitá-lo melhor. Para
equilibrar essa casa é necessário mantê-la sempre limpa, em ordem, bem
cuidada, nada de ter coisas quebradas, sem funcionar. A decoração tem que
ter muito verde, que é uma cor relaxante, para aliviar o stress dos seus
moradores. Deve usar muitas plantas pela casa. Alimentos: uva verde,
hortaliças verdes, frutas de casca ou pelo verde, como goiaba, mamão, etc.



CASA NÚMERO 5


Essa vibração exige versatilidade. Seus moradores estarão constantemente em
movimento.
São pessoas simpáticas, e sempre conseguem o que desejam. Apreciam pessoas
livres e independentes. Gostam de ação mesmo quando resultam em confusão.
Esta vibração não é favorável para pessoas tensas. Para equilibrar essa
energia é preciso usar na casa tons de azuis, o azul céu.
O azul traz quietude e paz à mente, use-o na decoração de ambientes,
objetos, aquário com peixes azuis, alimentos: ameixa, uva, uva passa, amora.



CASA NÚMERO 6


A vibração dessa casa exige, beleza, harmonia, convívio familiar. É
excelente para aqueles que vão iniciar uma vida conjugal. Não importa a hora
os convidados são sempre bem recebidos.
Embora muita responsabilidade e assuntos domésticos estejam sempre presentes
nessa vibração, se as pessoas viverem construtivamente, essa casa oferecerá
dinheiro, amor e conforto. No entanto para entrar nessa vibração é
necessário manter a casa sempre bonita e arrumada para atrair tais energias.
Para equilibrá-la deverá usar a cor índigo, que é a cor do poder, combinado
com o conhecimento, a compreensão, a responsabilidade e a organização. Use
na decoração: objetos, flores e alimentos, como
uva, amora, uva passas.



CASA NÚMERO 7


Essa casa exige de seus moradores o autoconhecimento. As pessoas que moram
são observadoras e não gostam de fofocas. Essa vibração conduz ao
isolamento, oferecendo repouso e quietude. Os moradores devem ter tempo
para ler, meditar e estudar.
Todos os assuntos ligados aos estudos filosóficos são muito bem
vindos. Os moradores devem desenvolver a fé e aprender a ficar só sem sentir
solidão.
Para equilibrar essa vibração, deve-se usar na decoração a cor lilás, que
estimula a compreensão espiritual e intuitiva. Use objetos, flores, e
alimentos: berinjela, beterraba, uva roxa e amora preta.


CASA NÚMERO 8


Essa vibração é voltada para as coisas materiais. Exige de seus moradores
qualidade na escolha de móveis e objetos de decoração. Às vezes as pessoas
gastam mais do que possuem. Devem aprender a ser organizadores. Não é uma
casa doméstica, mas uma casa na qual os moradores chamam a atenção sobre
si, e fazem impressão aos outros. Precisam aprender a lidar com o dinheiro,
poder e sucesso e equilibrar as emoções.
Para equilibrar uma casa 8, deve-se usar a cor rosa, para trazer serenidade
e harmonia. Use e abuse dessa cor na decoração de ambientes, objetos, flores
pela casa, e alimentos: pode ser na cor vermelha e branco, rabanete,
melancia, morango, inhame, maçã, ameixa, etc.


CASA NÚMERO 9


É uma vibração que exige que seus moradores aprendam a dividir com os mais
necessitados. É uma casa difícil, porque poucos são os que sabem oferecer
sem pensar em receber. Os moradores têm que aprender a viver com essa
vibração. Para equilibrar tem que estar sempre hospedando alguém, realizando
almoço de confraternização, ou seja, tem que ser uma casa aberta. A
filantropia e serviços trazem para essa casa recompensas.
Deve usar a cor dourada, para entrar em sintonia com o eu superior.
Alimentos: Laranja, manga, abacaxi, banana, pêssego, cenoura, etc.

Elizabeth Galhiazi
Psicóloga e Numeróloga

Eu moro na número 6 e você???

Caixinha de beijos

Certo dia, um homem chegou em casa e ficou muito irritado com sua filha de três anos. Ela havia apanhado um rolo de papel de presente dourado e literalmente desperdiçado fazendo um embrulho.

Porque o dinheiro andasse curto e o papel fosse muito caro, ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou.

Naquela mesma noite, o pai descobriu num canto da sala, no local onde a família colocara os presentes para serem distribuídos no dia de Natal, um embrulho dourado não muito bem feito.

Na manhã seguinte, logo que despertou, a menininha correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte o seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente.

Isto é pra você, paizinho! Foi o que ela disse.

Ele se sentiu muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas, logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia.

Gritou para a filha: Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?

A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse:

Mas, papai, a caixinha não está vazia. Eu soprei muitos beijos dentro dela. Todos para você, papai.

O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.

Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.

* * *

De uma forma simples, cada um de nós, humanos, temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional de nossos pais, de nossos filhos, de nossos irmãos e amigos.

Entretanto, nem sempre nos damos conta. Estamos tão preocupados com o ter, com valores do mundo, que as coisas pequenas não são percebidas por nós.

Assim, a esposa não valoriza o ramalhete de flores do campo que o marido lhe enviou, no dia do aniversário. É que ela esperava ganhar uma valiosa jóia e não aquela insignificância.

O marido nem agradece o fato da esposa, no dia em que comemoram mais um ano de casados, esperá-lo com um jantar simples, a dois, em casa. Ele estava esperando uma comemoração em grande estilo, ruidosa, cercado de amigos e muitos comes e bebes.

Os pais não dão importância para aquele cartão meio amassado que os pequenos trazem da escola, pintado com as mãos de quem apenas ensaia a arte de dominar as tintas e os pincéis nas mãos pequeninas.

Eles estão mais envolvidos com as contas que a escola está cobrando e acreditam que, pelo tanto que lhes custa a mensalidade escolar, os professores deveriam ter lhes enviado um presente de valor.

É, muitos de nós não encontramos os beijos na caixinha dourada. Só vemos a caixinha vazia.

O que acham do meu Naninha Cachorrinho?