sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Minha Marca - a borboleta


Pessoal...
desde ontem nas imagens das minhas peças , vocês encontrarão a borboleta acima no cantinho da foto, isso se deve, porque depois da clonagem de meu blog, vi o quanto as fotos das minhas peças estavam desprotegidas, e também estou querendo avisar a todas que tem fotos na internet, que é bom ter a sua marca, ou por aviso ou somente para dar um pouco mais de trabalho aos plagiadores de plantão,beijokas...

Abraço de filho

Abraço de filho deveria ser receitado por médico.

Há um poder de cura no abraço que ainda desconhecemos.

Abraço cura ódio. Abraço cura ressentimento. Cura cansaço. Cura tristeza.

Quando abraçamos soltamos amarras. Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, a paz, a alma...

Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração. Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única.

E nada como o abraço de um filho...

Abraço de Eu amo você. Abraço de Que bom que você está aqui. Abraço de Ajude-me.

Abraço de urso. Abraço de Até breve. Abraço de Que saudade!

Quando abraçamos, a felicidade nos visita por alguns segundos e não temos vontade de soltar.

Quando abraçamos somos mais do que dois, somos família, somos planos, somos sonhos possíveis.

E abraço de filho deveria, sim, ser receitado por médico pois rejuvenesce a alma e o corpo.

Estudos já mostram, com clareza, os benefícios das expressões de carinho para o sistema imunológico, para o tratamento da depressão e outros problemas de saúde.

O abraço deixou de ser apenas uma mera expressão de cordialidade ou convenção para se tornar veículo de paz e símbolo de uma nova era de aproximação.

Se a alta tecnologia - mal aproveitada - nos afastou, é o abraço que irá nos unir novamente.

Precisamos nos abraçar mais. Abraços de família, abraços coletivos, abraços engraçados, abraços grátis.

Caem as carrancas, ficam os sorrisos. Somem os desânimos, fica a vontade de viver.

O abraço apertado nos tira do chão por instantes. Saímos do chão das preocupações, do chão da descrença, do chão do pessimismo.

É possível amar de novo, semear de novo. É possível renascer.

E os abraços nos fazem nascer de novo. Fechamos os olhos e quando voltamos a abri-los podemos ser outros, vivendo outra vida, escolhendo outros caminhos.

Nada melhor do que um abraço para começar o dia. Nada melhor do que um abraço de Boa noite.

E, sim, abraço de filho deveria ser receitado por médico, várias vezes ao dia, em doses homeopáticas.

Mas, se não resistirmos a tal orientação, nada nos impede de algumas doses únicas entre essas primeiras, em situações emergenciais.

Um abraço demorado, regado pelas chuvas dos olhos, de desabafo, de tristeza ou de alívio.

Um abraço sem hora de terminar, sem medo, sem constrangimento.

Medicamento valioso, de efeitos colaterais admiráveis para a alma em crescimento.

Mensagem que salva

Em setembro de 1995, um jornal publicou uma interessante história.

Tratava-se de uma jovem que, sem objetivos na vida, começou a achar que tudo estava contra ela. Ficou deprimida e pensou em se suicidar.

Tentou uma vez, em um hotel, mas a camareira entrou e chamou socorro a tempo. Ela foi salva.

Quando saiu do hospital, continuou com o firme propósito de acabar com a vida. Começou a estocar remédios. Às vezes, começava a olhar para o teto, procurando um lugar para colocar uma corda e terminar com tudo.

Era um tormento constante. A ideia não saía de sua cabeça. Dois meses depois, ela foi até um hotel levando trezentos comprimidos em sua bolsa.

Felizmente, três amigas atentas, dessas criaturas atenciosas que Deus coloca na trajetória dos seres, para servirem de anjos de guarda, descobriram o seu plano. Com muito esforço, a levaram até o hospital, antes que ela fizesse uso dos comprimidos.

Enquanto aguardava para ser atendida, na sala de espera do hospital, ela apalpava os comprimidos que trazia consigo, pensando em como faria para enganar as amigas e tomar a medicação.

Enfim, como o atendimento demorou um pouco, ela pôs os olhos sobre uma mesinha e viu uma revista. Pegou-a e abriu. Seus olhos ficaram arregalados de espanto, quando leu: Antes de você se matar.

O artigo oferecia diversas razões fortíssimas para se optar pela vida em vez do suicídio.

De uma forma misteriosa, aquelas observações foram calando em sua alma e ela desistiu de se matar.

Chamou uma enfermeira e lhe entregou todos os comprimidos. Nunca mais tentou se matar. Decidiu viver.

Ao publicar a sua história, afirmava que tudo acontecera há dez anos.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Kateri Tekakwitha, a primeira santa indígena norte-americana


Canonizada uma índigena convertida em 1676.
Ela é a primeira nativa norte-americana beatificada. Em breve, também será a primeira santa. Entre os decretos de canonização que o papa Bento XVI assinou no dia 20 de dezembro, chama especial atenção o de Catarina Tekakwitha, uma indígena “pele-vermelha” que viveu no século XVII.
Nascida em Osserneon, perto da atual Nova Iorque, em 1656, Catarina era filha de um iroquês pagão e de uma algonquina cristã. Aos quatro anos de idade, seu rosto ficou desfigurado pela varíola, que lhe causou ainda um grave enfraquecimento da visão.
Órfã, acabou confiada aos cuidados de um tio que lhe deu o nome de Tekakwitha, que significa "aquela que põe as coisas em ordem".
Foi batizada quando adulta, aos 20 anos, no domingo de Páscoa de 1676, depois de um encontro com um grupo de missionários franceses que lhe deram o nome de Kateri, versão do nome Catarina. Sua conversão provocou a ira do tio, o que a obrigou a fugir para a região da atual cidade canadense de Montreal, sob a proteção da Missão de São Francisco Xavier.
Antes ainda do batismo, Kateri havia consagrado o seu corpo a Deus, fazendo um voto de castidade que, pouco antes de sua morte, tornou-se um voto de virgindade.
Pelo resto de sua curta vida, a beata se submeteu a penitências, passando longas horas em oração, inclusive ao ar livre nos dias mais gelados do longo inverno canadense. Sua conversão ao cristianismo não foi compartilhada pela sua tribo originária. Por esta razão, Kateri sofreu discriminação e perseguições de todos os tipos.
No dia de sua morte, em 17 de abril de 1680, desapareceram milagrosamente os sinais da varíola e seu rosto foi descrito como “belíssimo”. Suas últimas palavras, pouco antes de morrer, foram: "Jesus, eu te amo". Muitos doentes ficaram inexplicavelmente curados depois de assistir ao seu funeral.
Kateri, ou Catarina Tekakwitha, foi beatificada pelo papa João Paulo II no dia 22 de junho de 1980, após um processo canônico que durou 96 anos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Coletânia de imagens Curiosas de animais 3




















Cantinho da Leitora


Esse colete vermelho foi feito em Tricot pela Leninha, está um mimo,não é mesmo, parabéns amiga,beijokas...

Mensagem de vida

Madre Teresa de Calcutá, que foi Prêmio Nobel da Paz, entre tantos exemplos, deixou também escritos de grande valor.

Escreveu ela: Você sabe qual é o dia mais belo? Hoje.

Tinha razão. Nada se iguala ao dia que se está vivendo. O ontem é passado. Já nos trouxe a experiência e o amanhã ainda não é realidade.

E a coisa mais fácil? Equivocar-se. Com certeza. Quantas vezes, no mesmo dia, cometemos erros? Por pressa, damos informações incorretas. Por descuido, fazemos uma anotação indevida. E assim por diante.

Qual é o presente mais belo? O perdão.

Sim, o perdão é sempre extraordinário para quem o recebe e que, normalmente, aguarda ansioso por isso, desejando de alguma forma se redimir da falta praticada.

É suficiente que lembremos como ficamos preocupados quando ferimos um amigo e aguardamos a chance de nos ver de novo ao lado dele, para, de alguma forma, compensar o que fizemos de errado.

Quais as pessoas mais necessárias? Os pais.

São eles que nos transmitem a vida, nos formam o corpo, nos alimentam, nos educam. São eles que nos protegem nos primeiros anos, quando somos tão frágeis, incapazes de viver e caminhar por nós mesmos.

São eles que nos seguem, anos afora, sempre amigos, atentos, cuidadosos.

E os maiores professores? As crianças. Sem dúvida, as crianças, pela sua forma descontraída de agir, nos dão muitos exemplos da melhor maneira de nos portarmos na vida.

As crianças são simples. Expressam com facilidade seu carinho. Lutam pelo que desejam. Não têm vergonha de chorar.

O melhor remédio? O otimismo. Quem leva a vida com otimismo, jamais se entrega ao desalento. Consegue sempre forças renovadas para lutar e vencer.

A expressão mais eficaz? O sorriso. O sorriso conquista simpatias. Quando nos encontramos em lugares estranhos, entre desconhecidos, quando todos parecem um pouco assustados, o sorriso de alguém traz reconforto.

E pode ser o início de um diálogo, logo adiante.

A força mais potente do Universo? A fé. Não foi por outro motivo que Jesus, falando a respeito da fé, disse que se a tivéssemos do tamanho de um grão de mostarda, conseguiríamos mover montanhas.

Lembremos que o grão de mostarda é uma das menores sementes. É minúscula.

Finalmente, a coisa mais bela? O amor.

O amor coloca cores na paisagem, alimenta e dá forças. Por amor, uma criatura se entrega a outra criatura e se torna cocriadora com Deus.

Por amor, um Espírito Excelso veio à Terra, cantou e viveu o amor, deixando, ao partir, o mais belo poema de amor que a Terra já conheceu: o Evangelho.

O que acham do meu Naninha Cachorrinho?