segunda-feira, 18 de junho de 2012

O sermão do pastor da Times Square cinco dias depois do atentado terrorista

No primeiro domingo depois do atentado terrorista nos Estados Unidos, as igrejas se encheram no país. 

Obviamente, o sermão daquele domingo foi a propósito do que havia acontecido cinco dias antes. 

O pastor da Igreja da Times Square, em Nova York, ordenado há 48 anos, abordou o tema
As torres caíram — mas não compreendemos o significado da mensagem!

Lá pelas tantas, o pregador foi dizendo:

“Nunca na história o Senhor deixou seu povo sem pistas na hora da calamidade. 

Ele jamais nos forçou a descobrir as crises por nós mesmos. 

Ele sempre fornece uma palavra esclarecedora.

Quando o Congresso pede um minuto de silêncio, acreditamos ser por arrependimento verdadeiro. 

Quando vemos os políticos cantando Deus Salve a América, achamos que nosso país retornou a Deus. 

Quando desportistas interrompem o jogo para fazer um minuto de silêncio, pensamos que é um exercício espiritual. 

Mas é só isso que vai sobrar da nossa recente tragédia?

Sou tão patriota quanto qualquer americano. 

Mas enfrentamos o mesmo perigo que correu em Israel: 

podemos facilmente deixar escapar a mensagem de Deus para nossa nação.

Em todo o país as pessoas estão fazendo reuniões de oração e memória. 

É correto, honroso e bíblico lembrarmos dos que morreram. 

Mas por que temos tanto medo de convocar também reuniões de oração e arrependimento?

Neste momento, a maioria dos americanos estão concentrados na lembrança e na vingança. 

Assim, como fica o chamado de Deus para os EUA voltarem para Ele?

Se Deus não poupou outras nações que desobedeceram sua leis, por que haveria de poupar os EUA? 

Ele nos julgará do mesmo jeito que julgou Sodoma, Grécia, Roma e outras culturas que lhe viraram as costas.”

O pastor da Times Square conhece Nova York na ponta do dedo, especialmente os antros de perdição, 

pois mora lá há muitos anos. 

O que o levou a Nova York foi o desejo incontido de trabalhar com jovens dependentes de droga. 

Foi ele quem escreveu o best-seller A Cruz e o Punhal, fundou o primeiro Desafio Jovem 

(entidade que procura recuperar marginais) e teve alguma influência na formação do Movimento Carismático Católico. 

O nome dele é David Wilkerson!

domingo, 17 de junho de 2012

Deuses do amor

A Internet é ferramenta excelente para aqueles que a utilizam para as coisas altruístas, que compartilham o que é bom e belo.
Foi assim que, de uma dessas criaturas especiais, dispostas à salutar semeadura, recebemos o seguinte texto:
Abbey, nossa cadelinha de quatorze anos, morreu no mês passado.
No dia seguinte, minha filha de quatro anos, Meredith, chorava e comentava sobre a saudade que sentia de Abbey.
Ela perguntou se poderia escrever uma carta para Deus a fim de que, assim que Abbey chegasse ao céu, Deus a reconhecesse.
Eu concordei e ela ditou as seguintes palavras:
“Querido Deus. O Senhor poderia tomar conta da minha cachorrinha?
Ela morreu ontem e está aí no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela.
Fico feliz porque o Senhor deixou que eu ficasse com ela mesmo depois dela ter ficado doente.
Espero que o Senhor brinque com ela. Ela gosta de nadar e de jogar bola.
Estou mandando uma foto dela para que, assim que a veja, o Senhor a reconheça e saiba que é a minha cachorrinha.
Assinado: Meredith.”
Pusemos a carta em um envelope com uma foto de Abbey com Meredith. Endereçamos: Deus. Céu.
Também pusemos nosso endereço como remetente. E Meredith colou vários selos na frente do envelope, pois ela disse que precisaria de muitos para a carta chegar até o céu.
Naquela tarde, ela colocou a carta numa caixa do correio.
Dias depois ela perguntou se Deus tinha recebido a carta. Respondi afirmativamente.
Ontem, havia um pacote embalado em papel dourado, na varanda de nossa casa, endereçado a Meredith.
Dentro havia um livro que dissertava a respeito da morte de animais de estimação.
Na capa interna, estava colada a carta de Meredith. Na outra página, a foto que ela mandara pelo correio e o seguinte bilhete:
“Querida Meredith. A Abbey chegou bem. A foto ajudou muito e eu a reconheci imediatamente.
Abbey não está mais doente. O espírito dela está aqui comigo como está no seu coração.
Ela adorou ter sido seu animal de estimação. Como não precisamos de nossos corpos no céu, não tenho bolso para guardar a sua foto.
Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey.
Obrigado por sua linda carta. Agradeço a sua mãe por tê-la ajudado a escrever e enviado para mim.
Que mãe maravilhosa você tem! Eu a escolhi especialmente para você.
Envio muitas bênçãos todos os dias e lembro que amo muito vocês.
A propósito, sou fácil de encontrar: Estou em todos os lugares onde exista amor.
Assinado: Deus.”

Feliz Dia do Tricot!!!



Feliz Dia p\ nós tricoteiras do mundo inteiro!!!


Happy Day for Us knitters !!!

sábado, 16 de junho de 2012

O HERDEIRO DA VOVÓ !!!


A avó no leito do hospital, manda chamar o neto.
- Meu querido neto, vou morrer em breve, mas quero que você saiba que
vou te deixar duas fazendas com tratores, debulhadoras, cavalos,
vacas, cabras e muitos outros animais...
O estábulo e todas as plantações, além de R$ 3.750.000,00... EM MOEDAS.

Cuida de tudo com muito cuidado...

O neto não se contem...sai do quarto calmamente e quando chega ao final do corredor cai em desespero de alegria, grita, chora, pula, da socos no ar e rola no chão.

Ao final da histeria volta para o quarto e diz:
- Mas vovó querida, eu... eu nem sabia que a senhora tinha duas
fazendas. Onde ficam?

A avó dá um último suspiro antes de morrer e responde:
- Uma no Orkut... outra no Facebook...

(quem manda ter vó moderninha)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Nascimentos

Você tem ideia de quantas pessoas nascem por minuto no mundo?
Inacreditavelmente, enquanto você ouve este texto, considerando cerca de cinco minutos, irão nascer por volta de mil pessoas no planeta.
Sim, são mais ou menos duzentos nascimentos por minuto, ou ainda, de três a quatro por segundo!
Será que conseguimos imaginar a alegria desses pais, dessas famílias, recebendo – alguns pela primeira vez – o milagre de um filho nos braços?
Em meio a tantas notícias ruins – que parecem vender melhor que as boas, nos meios de comunicação, faz-se necessário que pensemos na vida, e não apenas na violência, nos assassinatos e mortes drásticas.
O site breathingearth.com apresenta uma proposta muito interessante, com um desenho do mapa mundi animado, mostrando em cada país, em cada continente, alguns dados importantes, atualizados instantaneamente.
Entre eles a natalidade no globo, sendo assinalada com pequenas estrelas que vão piscando aqui e ali, conforme os nascimentos em cada lugar.
A representação com estrelas é muito significativa, aos olhos daqueles mais sensíveis às belezas da vida.
Cada estrela daquelas é uma nova encarnação, uma nova oportunidade, uma nova chance que um Espírito recebe do Criador.
Nascemos aqui e ali com objetivos certos e importantes.
Resgates, provas, missões – fazem-nos retornar ao cenário terrestre para que continuemos nossa caminhada rumo à tão sonhada felicidade.
Felicidade que vai sendo construída e gozada ao longo das próprias experiências, conforme vamos amadurecendo e encontrando os caminhos do amor.
Nascer é ganhar do Criador nova oportunidade, mas é também dar a si mesmo uma nova chance.
A grande maioria dos lares nos recebe de braços abertos, e nos corações dos pais temos aqueles que mais irão se esmerar para que tenhamos uma boa vida na Terra.
Voltar a viver pode significar um reaprisionamento para o Espírito, que precisa vestir novo corpo material, porém, por outro lado a reencarnação é libertadora.
Libertamo-nos das amarras de ódios antigos. Libertamo-nos da tristeza das experiências frustradas do passado. Libertamo-nos do nosso homem velho pois, a cada vida, temos a chance de moldar umnovo eu.
Renascer é libertar-se.
Quando nos dispomos a amar, quando nos dispomos a reconstruir o que nós mesmos destruímos, libertamo-nos da culpa, do medo, e passamos a caminhar de cabeça erguida. Isso é liberdade.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Justiça e discurso

As pessoas costumam discursar a respeito da justiça.
Em geral, o que não agrada é tido como injusto.
Esse hábito em muito se assemelha à forma pela qual as crianças veem o mundo.
O discurso infantil é centrado no atendimento dos próprios desejos.
Qualquer obstáculo é visto como indevido.
Essa infantilidade no modo de perceber o mundo se reflete nos mais variados contextos.
No trabalho, o designado para desempenhar uma tarefa árdua ou dar uma notícia desagradável sente-se injustiçado.
Dentre os filhos, se um precisa devotar mais tempo a pais velhos ou enfermos, a percepção costuma ser essa.
Esse sentir focado no egoísmo também assume outros contornos.
Ganha importância na sociedade a cultura da indenização.
Ao menor transtorno, busca-se responsabilizar o pretenso causador.
Em face de desentendimentos, procura-se colocar tudo em pratos limpos.
É como se ninguém estivesse disposto a compreender, a contemporizar e a perdoar.
Contudo, o discurso da busca de justiça muitas vezes disfarça o sentimento de vingança.
No mundo, muitos crimes se praticam sob a justificativa de se estar fazendo ou buscando justiça.
Para quem se afirma cristão, é imperioso refletir um pouco antes de trilhar esse caminho.
Jesus sempre se posicionou com bastante firmeza.
Defendeu a mulher adúltera, em face de quem queria apedrejá-la.
Sustentou com vigor que o templo fosse utilizado de forma santa, em vez de se converter em um mercado.
Ele se mantinha vigilante em todos os atos alusivos à justiça para com os outros.
Nunca lhe faltou coragem e nem capacidade de argumentação.
Contudo, quando encaminhado à cruz, não clamou pela justiça dos homens.
Ao assim agir, sinalizou a grandeza que existe em abdicar das próprias razões, em prol de um objetivo maior.
Por certo, tal atitude não implicou desconsideração para com o trabalho dos juízes honestos no mundo.
Mas estabeleceu um padrão de prudência para todos os discípulos de seu evangelho.
Quando em pauta interesses alheios, é importante atentar para o estrito cumprimento dos imperativos legais.
Entretanto, quando os assuntos difíceis e dolorosos envolvem o eu, convém moderar os impulsos de reivindicação.
A visão humana é incompleta para perceber a extensão dos dramas que se apresentam.
Muitas vezes, a aparente injustiça que se vive representa o resgate de graves equívocos do passado.
É difícil ter certeza quanto à própria posição perante a vida, considerada nos termos mais vastos de várias encarnações.
Na dúvida, a abstenção de reclamos é uma medida a ser considerada.
Antes de discursar contra qualquer injustiça pessoal, pense nisso.

O que acham do meu Naninha Cachorrinho?