quarta-feira, 4 de junho de 2014

Cachecol, estola e outros em tricot e crochet para o Inverno




Cachecol, estola e scarf feito em tricot com lã acetinada belissima importada com acabamentos em rococó em crochet.
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Cachecol feito com fio de lã de espessura média, super quente em tricot , com acabamento em pedrarias diversas,
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Cachecol rendado feito em tricot com fio importado.
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Cachecol feito com fio super macio.
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Cachecol Babado em Tricot , super leve e versátil.Pronta entrega.
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cachecol em tricot rosa

Cachecol feito em fio de tricot super macio, com cores matizadas.
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Cachecol feito em Tricot à mão com elo de transpasse também feito em tricot, com motivos de cordas, em lã de espessura média, belíssima peça para complementar seu estilo.

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Cachecol feito em lã importada do Uruguai, em tricot com motivos de cordas,pronta-entrega.
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Cachecol feito em fio de espessura média em tons de marrom, azul e bege.Pode ser usado de várias maneira.
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Cachecol feito com 4 tons com fios de lã de ótima qualidade, e confeccionado em crochet com ponto em alta relevo.
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Todas as peças acima estão disponíveis em minha loja, com diversas formas de pagamento.

Cão que guarda o dono mesmo depois de sua morte



Nos últimos seis anos , um cachorro chamado Capitán dormiu sobre o túmulo de seu dono todas as noites. Seu proprietário , Miguel Guzmán morreu em 2006 e Capitán desapareceu pouco depois que a família assistiu ao funeral . Eles procuraram por toda parte e colocaram panfletos para tentar encontrá-lo. Mas ninguém o tinha visto.

Uma semana mais tarde , algumas pessoas que estavam no cemitério tarde da noite viu Capitán, em uma sepultura e eles avisaram na secretaria no cemitério. O cemitério notificou a família que prontamente veio buscá-lo e levá-lo para casa. Mas cada noite, ele chorava e arranhava freneticamente na porta para sair e ele não voltava para casa até de manhã. Foi descoberto mais tarde que Capitán andava 3 quilômetros até o cemitério a cada noite para vigiar o túmulo de seu mestre.
Tem sido quase 7 anos agora. O cemitério não fecha as portas até que ele chegue a cada noite pontualmente às 18h . Ele dorme lá toda noite guardando o túmulo até o guarda abrir o portão pela manhã. Esta é uma imagem verdadeira de Capitan acima.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Square em crochet Orange Purple Flower e a Canção Purple Rain de Prince



Square em crochet Orange Purple Flower e a Canção Purple Rain de Prince

Esse Square Orange Purple Flower é floral  e é muito versátil, usei linha em cores vivas, como você pode observar e já fiquei imaginando em usá-lo numa almofada, e vocês já pensaram onde vão usar...
E como estamos próximo ao Dia dos Namorados, também coloco uma canção que adoro do Prince... e para quem não conhece esse som ou quer ouvir novamente, o vídeo está abaixo com a letra da música sendo cantada ao vivo, emocionante a performance de Prince... 

Purple rain

I never meant to cause you any sorrow

I never meant to cause you any pain

I only wanted one time to see you laughing

I only want to see you laughing in the purple rain

purple rain, purple rain

I only want to see you bathing in the purple rain


I never wanted to be your weekend lover

I only wanted to be some kind of friend

baby I could never steal you from another

it's such a shame our friendship had to end

purple rain, purple rain

I only want to see you underneath the purple rain

honey, I know, I know, I know times are changing

it's time we all reach out for something new, that means you too

you say you want a leader

but you can't seem to make up your mind

I think you better close it

and let me guide you into the purple rain

purple rain, purple rain

I only want to see you, only want to see you

in the purple rain


Tradução:

Chuva púrpura

Eu nunca tive a intenção de te causar nenhuma mágoa

Eu nunca tive a intenção de te causar nenhuma dor

Só queria te ver pelo menos uma vez sorrindo

Só queria te ver sorrindo

Chuva púrpura

Só queria ver você se banhando na chuva púrpura

Eu nunca quis ser teu amor de fim de semana

Só queria ser uma espécie de amigo

Baby, eu nunca poderia te roubar de outro

Que vexame nossa amizade ter tido que acabar

Chuva púrpura

Só queria te ver sob a chuva púrpura

Querida, eu sei, eu sei, eu sei que os tempos estão mudando

Está na hora de todos tentarmos algo novo isso significa você também

Você diz que quer um líder

Mas não parece conseguir tomar decisão nenhuma

Acho melhor você fechar tua mente

E deixar eu te guiar até a chuva púrpura

Chuva púrpura

Só queria ver você, só queria ver você

Na chuva púrpura

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Flor Dois tons de Rosa e As duas flores de Castro Alves



Flor Dois tons de Rosa e As duas flores de Castro Alves


Flores em crochet são encantadoras, além de embelezarem qualquer trabalho...
Essa foi feita com linha em dois tons de rosa, é muito delicada.



As Duas Flores de Castro Alves

São duas flores unidas,
São duas rosas nascidas
Talvez no mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.

Unidas, bem como as penas
Das duas asas pequenas
De um passarinho do céu…
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar…
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Unidas… Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!

domingo, 1 de junho de 2014

Motivo Floral em crochet Vitória e um pouco da história Pelotense





Continuo postando squares florais porque já estou esperando a Primavera,  usei linha, e essa foto foi capturada usando a Praça Coronel Pedro Osório de Pelotas como fundo,espero que sirvam para dar mais um colorido ao seu dia...

Abaixo um pouquinho mais sobre a Praça Coronel Pedro Osório da minha cidade:

Praça Coronel Pedro Osório é a principal praça na zona central da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.
Ao redor da praça encontra-se a Prefeitura Municipal de Pelotas, Grande Hotel de Pelotas, Theatro Sete de Abril, Secretaria de Finanças do Município, bancos privados, casarões e prédios históricos. Também próximos à praça é possível visualizar oMercado Público de Pelotas, Teatro Guarany e o Calçadão de Pelotas.
Coronel Pedro Osório está localizada no entroncamento entre as ruas XV de Novembro, Lobo da Costa, Princesa Isabel, Marechal Floriano, Rua Anchieta, Félix da Cunha e Barão de Butuí.
É considerada um símbolo do modelo de arquitetura histórica característico na cidade. No ano de 2007 a praça foi inteiramente revitalizada, juntamente com outros prédios históricos de Pelotas.



E sobre o Coronel Pedro Osório:

 Em 9 de junho de 1854 nascia no povoado de Nossa Senhora da Assunção de Caçapava, atual Caçapava do Sul, PEDRO LUÍS DA ROCHA OSÓRIO, filho do Major José Luís Osório e Florinda da Rocha Osório, o sétimo de dez filhos. 
Doze anos mais tarde, órfão de pai e mãe, começou a trabalhar como tropeiro. Em 20 de junho de 1871, chegou a Pelotas aos 17 anos de idade, empregando-se como caixeiro na loja de tecidos de Januário Joaquim Amarante e mais tarde, em 1875, caixeiro da Charqueada Boa Vista de Francisco Antunes Gomes da Costa, Barão do Arroio Grande.
Depois, em 1878, nomeado administrador e gerente da empresa do Barão, começou o segundo período de sua vida comercial, quando completaram-se seus conhecimentos na indústria do charque, revelando-se um industrialista de futuro, a quem não faltavam as boas experiências do passado, a capacidade realizadora e o senso de direção empresarial. 
Dois anos mais tarde, o Barão o convidou para sócio da indústria, com a participação de um terço dos lucros. 
Pedro Osório aceitou e continuou progredindo até o fim da safra de 1885, quando, já experiente e contando com um capital de dezoito contos de réis, lançou-se por conta própria na industrialização da carne.

Lugar de Infância



Esta horta é um lugar de maravilha!

No sítio onde se guarda a lenha há teias de aranha, enormes: lembram uma toalha de renda!

O musgo cresce junto à nora, e o céu, ali, é um céu verde, feito da folhagem da maior nogueira que deve existir na terra. Porque o milagre maior é, realmente, esta nogueira.

Na horta há ainda outra coisa espantosa! Uma coisa que maravilha e não me canso de olhar: uma velhinha, a dona de tudo aquilo.

Tem cem anos de vida!

Cem anos!

Tem mesmo. De verdade.

Na Primavera, quando o tempo está doce, as abelhas, as borboletas, as andorinhas, andam numa pressa, logo de manhã, e a filha, que também já é muito velha, pega numa cadeirinha que parece de brincar e senta-a debaixo da nogueira. Senta a velhinha de cem anos, que não se sabe bem se está acordada, se está a dormir, se está a pensar.

Logo que toca para o recreio, já disse, corro para lá. O Tomba-Lobos lambe-lhe as mãos e ela ri-se. Mas não diz nada. Faz-lhe só uma festinha, na cabeça.

À sua volta andam as aves e o perfume doce das laranjeiras em flor.

Então, eu sento-me na pedra do tanque. Sento-me e olho-a. Olho-a muito. Parece uma raiz! Parece uma boneca pequenina! Parece um tronco que está à espera que lhe nasçam folhas e flores.

Já viu tantas estações do ano! Viu guerras e viu paz. Gente. Tanta gente. Searas a arder, gritos, casas a construírem-se, casas a ficarem só parede e memória.

Viu nascer trigo e papoilas, colher azeitonas e fazer azeite, camponeses a cantarem abraçados e tristes, no tempo do desemprego. O que ela deve ter visto!

Já foi pequenina como eu, mas não foi à escola porque, dantes, este largo não tinha escola: era apenas seara e árvores. De certeza que viu nascer esta nogueira. Viu-a crescer, dar frutos, tapar o sol de verde e aves.

Mexeu na terra, semeou coentros, couves, alfaces, plantou flores, deitou galinhas, viu nascer pintainhos, bezerros, teve filhos, netos, bisnetos, e sentou-se aqui, nesta sombra fresca durante os seus cem anos de história.

Às vezes, toco-lhe nas mãos.

Os dedos dela parecem raízes!

Uma manhã, apanhei um malmequer e pus-lho no colo.

Ela pegou-lhe devagar, como se estivesse a ver o Sol nascer. Olhou para mim e era como se descobrisse o mundo pela primeira vez.

Sorriu.

Lá do fundo do tempo, arrancou uma voz fina, uma voz que não era voz: era vento, era chuva, era a água da nora sobre as avencas. E disse assim:

— Dêem laranjas a esta menina!

Depois, adormeceu com o malmequer na mão.

E eu olhava-a e parecia-me que, sem ela ali, tudo ficaria incompleto e sem sentido naquele lugar de infância.

Maria Rosa Colaço
Maria Tonta Como Eu
Distri Editora

O que acham do meu Naninha Cachorrinho?