domingo, 12 de outubro de 2014

O dia da criança no mundo

A comemoração do dia da criança no Brasil nasceu da idéia do deputado federal Galdino do Valle Filho, na década de 20, onde foi escolhido o dia 12 de outubro para comemorar a data.

Porém, em 1960, a fábrica de brinquedos Estrela fez uma promoção junto com a Johnson & Johnson, para lançar a semana do bebê robusto, onde cobriu suas metas de vendas de brinquedos e, a partir daí passou-se a comemorar o dia das crianças com muitos presentes.

Mas essa comemoração não é feita mundialmente, na mesma data.

A maioria dos países faz a comemoração segundo a ONU - Organização das Nações Unidas, tendo como o dia de todas as crianças do mundo o dia 20 de novembro, data marcada pela aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças, onde todas elas, independente de raça, credo, cor ou sexo têm direito a receber afeto, amor, compreensão, alimentação, cuidados com a saúde, educação gratuita e contra toda forma de exploração das mesmas.

Na Índia a comemoração acontece em 14 de novembro, aniversário de Jawaharlal Nehru, primeiro-ministro da Índia, quando ela se tornou independente do Reino Unido.

Em Portugal e Moçambique no dia 1º de junho.

Na Nova Zelândia, o Dia da Criança é sempre o último domingo de outubro. A cada ano, as crianças escolhem um animal nativo do país para homenagear.

No Japão a comemoração possui algumas curiosidades. Para os meninos a data se dá no dia 05 de maio, o Tango no Sekku (Dia dos Meninos). Nessa data, as famílias exibem capacetes de guerra tradicionais, para que as crianças cresçam fortes e saudáveis. Come-se bolo de arroz recheado de feijões vermelhos e enrolado em folhas de carvalho e bolo de arroz enrolado com folhas de bambu. Já para as meninas, a comemoração é feita no dia 03 de março através das tradicionais festas das bonecas, conhecidas como "Hina Matsuri". As famílias com filhas, organizam exposições de bonecas, que representam a antiga corte imperial.

sábado, 11 de outubro de 2014

Motivo Crochet Circle Flor Laranja com gráfico e receita

Motivo Crochet Circle Flor Laranja com gráfico e receita

Motivo Crochet Circle Flor Laranja com gráfico e receita

Crochet Circle feito com linha fina, este motivo serve para criação de vários tipos de projetos.
Disponibilizo o gráfico acima e a receita abaixo para as minhas amigas de outros países que poderão fazer a tradução do português para o inglês, usando o tradutor do Google:

  • Faça 5 correntinhas e feche com um ponto baixíssimo;
  • Dentro deste círculo suba 3 correntinhas e faça 1 ponto alto e 2 correntinhas, continue esta sequência até completar 8 duplas de ponto alto  e feche o círculo com 1 ponto baixíssimo , esta pronto o miolo do Círculo;
  • No espaço de correntinhas do Círculo , suba 3 correntinhas e fala mais 4 pontos altos duplos e mais 7 correntinhas, mais 5 pontos altos duplos e 7 correntinhas até completar 8 pétalas de pontos altos duplos, feche com 1 ponto baixíssimo e pronto.


Como separar problemas do passado individual para que eles não afetem o casamento?

Levamos para dentro do casamento questões mal resolvidas vividas com nossos pais no passado infantil e na juventude?
Como evitar influências negativas do passado na vida conjugal?

Quando casamos não tem como “zerar” nosso passado e levar para a vida conjugal um “eu” novo, sem nenhuma influência do que ocorreu afetivamente ao longo da infância e juventude. A própria atração que ocorre no namoro e noivado envolve questões ligadas à busca afetiva, inconsciente, do que sentimos que faltou ou existiu no relacionamento com nossos pais (ou cuidadores) no passado. Por exemplo, se você teve um pai agressivo e autoritário, é provável que, como mulher, tenha tendência de se atrair por homem também autoritário e agressivo.
Se você é uma mulher autoritária e agressiva, terá a tendência de se aproximar de um homem passivo e submisso para atuar com ele semelhante ao que via em seus pais.

De maneira inconsciente os cônjuges fazem um tipo de pacto para recriar situações problemáticas do passado que existiam na família de origem de cada um. Esposo ou esposa não pensam conscientemente: “Vou repetir o que existiu na casa de meus pais dentro do meu casamento.” Não é algo consciente assim. Não é deliberado, programado, mas uma motivação, uma inclinação, uma tendência para repetir a história passada.

Saímos de nossa infância e adolescência necessitando ajustes emocionais dentro de nós. Alguns vêm para a vida adulta com muitas feridas afetivas, e outros com menos. Umas pessoas crescem com muitos conflitos não solucionados que geram transtornos mentais, complicações nos relacionamentos adultos, doenças psicossomáticas, até problemas sociais. Aquilo que a pessoa não conseguiu resolver individualmente dos relacionamentos passados na família de origem, é recriado na família atual, no casamento. Algumas não aguentando a dor e as complicações dentro do casamento, justamente por estas questões mal resolvidas suas e do cônjuge, se separam e tendem a envolver-se com outra pessoa também complicada que poderá fornecer a repetição, mais uma vez, do conflito básico ainda vivo.

Os conflitos emocionais pessoais que cada cônjuge traz do passado estão na mente de cada parceiro e acabam passando para o relacionamento entre eles. Então, numa briga conjugal há, pelo menos, duas dimensões do conflito, uma consciente e outra inconsciente, uma objetiva e outra subjetiva:

(1) Discussão por algo pontual daquele momento. Exemplos: “Você nunca me ouve!”, “Você não coloca limites para seus parentes invadirem nossa privacidade!”, “Você é alegre com estranhos e fechado comigo e com nossos filhos!”, e
(2) O que era originariamente solicitado aos pais e que se espera receber do cônjuge. Correspondendo aos exemplos acima, teríamos: “Papai nunca me ouvia!”, “Meus pais permitiam estranhos invadir nossa casa sem colocar limites!”, “Minha mãe era super sociável com estranhos e dura demais com os filhos!”.

Parece que todas as pessoas têm certos aspectos emocionais ainda não resolvidos com seus pais. Uma educadora norte-americana escreveu: “Na disciplina dada durante os primeiros anos da infância, os pais estão produzindo impressões duradouras sobre as mentes de seus filhos. É nestes anos iniciais que eles estão colocando o fundamento do caráter.” Ellen G. White, Manuscript Releases, vol.7, pág. 8. “As lições dadas durante os primeiros anos da vida determinam o futuro da criança.” Review and Herald, 9 Outubro 1900.

“Os problemas dentro do casamento serão mais graves na direta proporção em que houve mais fragmentações afetivas familiares na família de origem.” Maggie Scarf, “Casais Íntimos”, 1990. Ou seja, quanto mais problemática foi sua vida com seus pais, mais complicados poderão ser os conflitos no seu casamento. Muitos que casam para fugir dos problemas que têm com um dos pais ou ambos, geralmente levam os problemas consigo para dentro do casamento. Uma pessoa pode desenvolver independência sadia permanecendo com seus pais até casar e uma pessoa pode fugir da casa de seus pais e continuar dependente.

Como separar problemas do passado individual para que eles não afetem o casamento? 

(1) Não é afastando geograficamente da família de origem necessariamente. Você pode tornar-se sadiamente independente e viver próximo da sua família de origem, ou pode até mudar de país e no sentido interior, emocional, nunca ter se separado dos pais.
(2) Envolve lutar para modificar de forma individual as ligações afetivas originais carregadas exageradamente em algo menos limitante. Exemplo: Se você teve relacionamento muito próximo com seus pais, cheia de abraços, beijos, diálogo, sempre juntos, você precisa aliviar um tanto esta forte necessidade de intimidade, ao invés de cobrar do cônjuge o mesmo padrão de conduta que existia na sua família de origem. Você também precisa de privacidade e pode não perceber isto. Ao contrário, se você veio de uma família que era cada um para seu lado, sem comunicação, tudo separado, você precisa aliviar este isolamento, e se aproximar mais de seu cônjuge. Você pode precisar de aproximação e não perceber isto.
(3)Procure obter a capacidade para ser diferente dos pais e não sentir esta diferença como um perda ou traição do modo de uma família funcionar. Em seu casamento você, seu cônjuge e filhos podem precisar de algo diferente do que existiu em sua vida individual e familiar no passado.

Escrito por Dr. Cesar Vasconcellos de Souza

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ponto Xadrez com 3 cores e Simone de Beauvoir

Ponto Xadrez com 3 cores e Simone de Beauvoir

Ponto Xadrez com 3 cores e Simone de Beauvoir



Esse ponto eu usarei para confeccionar uma colcha para sofá bem colorida ou em 6 tons de cores diferentes, ainda não me decidi...tem tempo...

Ponto Xadrez com 3 cores e Simone de Beauvoir

E como ontem foi o Aniversário de Simone de Beauvoir, resolvi postar aqui um pouquinho da sua história.

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como Simone de Beauvoir (Paris, 9 de janeiro de 1908 — Paris, 14 de abril de 1986), foi uma escritora, filósofa existencialista e feminista francesa.


Escreveu romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia.


s suas obras oferecem uma visão sumamente reveladora de sua vida e de seu tempo.

Em seu primeiro romance, A convidada (1943), explorou os dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que abordou igualmente em romances posteriores como O sangue dos outros (1944) e Os mandarins (1954), obra pela qual recebeu o Prêmio Goncourt e que é considerada a sua obra-prima.

As teses existencialistas, segundo as quais cada pessoa é responsável por si própria, introduzem-se também em uma série de quatro obras autobiográficas, além de Memórias de uma moça bem-comportada (1958), destacam-se A força das coisas (1963) e Tudo dito e feito (1972).

Entre seus ensaios críticos cabe destacar O segundo sexo (1949), uma profunda análise sobre o papel das mulheres na sociedade; A velhice (1970), sobre o processo de envelhecimento, onde teceu críticas apaixonadas sobre a atitude da sociedade para com os anciãos; e A cerimônia do adeus (1981), onde evocou a figura de seu companheiro de tantos anos, Sartre.

“Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.” 

“Não se nasce mulher: torna-se.”

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Square Dália em crochet e um pouco de Einstein


Square Dália em crochet eum pouco de Einstein

Square Dália em crochet eum pouco de Einstein

Square Dália em crochet eum pouco de Einstein

Mais um Square, este fiz com linha Anne, a flor fica bem repolhudinha, acredito que em uma colcha ou capa de almofada deva ficar uma graça.
E  abaixo um pouquinho da história de Einstein, um dos físicos mais importantes de todos os tempos.

Square Dália em crochet eum pouco de Einstein


Albert Einstein, o mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relatividade. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1921. Einstein tornou-se famoso mundialmente, um sinônimo de inteligência. Suas descobertas provocaram uma verdadeira revolução do pensamento humano, com interpretações filosóficas das mais diversas tendências.

Einstein nasceu na Alemanha em uma família judaica não-observante. Seus pais, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 1876 e se estabeleceram na cidade de Ulm. Hermann tornou-se proprietário de um negócio de penas de colchões.

Quando Einstein tinha um ano, a família se mudou para Munique. Com três anos de idade, Einstein apresentava dificuldades de fala. Aos seis, aprendeu a tocar violino, instrumento que o acompanharia ao longo da vida.

Em 1885, Hermann fundou, com o irmão Jacob, uma empresa de material elétrico. Em outubro daquele ano Einstein começou a freqüentar uma escola católica em Munique. Depois entrou no Luitpold Gymnasium, onde permaneceu até os 15 anos.

Com dificuldades nos negócios, em 1894 a família se mudou para a Itália. Einstein permaneceu em Munique a fim de terminar o ano letivo. Em 1895, fez exames de admissão à Eidgenössische Technische Hochschule (ETH), em Zurique. Foi reprovado na parte de humanidades dos exames. Foi então para Aarau, também na Suíça, para terminar a escola secundária.

Em 1896 recebeu o diploma da escola secundária e, aos 17 anos, renunciou à cidadania alemã, ficando sem pátria por alguns anos. A cidadania suíça lhe foi concedida em 1901. Cursou o ensino superior na ETH em Zurique, onde mais tarde foi docente.

A 6 de janeiro de 1903 casou-se com Mileva Maric. Tiveram três filhos: Lieserl, Hans Albert e Eduard. A primeira morreu ainda bebê, o mais velho tornou-se professor de hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em música e literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.

Entre 1909 e 1913 Einstein lecionou em Berna, Zurique e Praga. Voltou à Alemanha em 1914, pouco antes do início da Primeira Guerra Mundial. Aceitou um cargo de pesquisa na Academia Prussiana de Ciências junto com uma cadeira na Universidade de Berlim. Também assumiu a direção do Instituto Wilhelm de Física em Berlim.

Em novembro de 1915, Einstein fez uma série de conferências e apresentou sua teoria da relatividade geral. No ano seguinte o cientista publicou "Fundamento Geral da Teoria da Relatividade".

Em 1919, separou-se da esposa Mileva e se casou com a prima Elsa. Naquele ano tornou-se conhecido em todo o mundo, depois que sua teoria foi comprovada em experiência realizada durante um eclipse solar.

Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física de 1921 e foi indicado para integrar a Organização de Cooperação Intelectual da Liga das Nações. No mesmo ano, publicou "Sobre a Teoria da Relatividade Especial e Geral".

Ao longo da vida, Einstein visitaria diversos países, incluindo o Brasil, em 1925. Entre 1925 e 1928, Einstein foi presidente da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Em 1933, Hitler chegou ao poder na Alemanha e o cientista foi aconselhado por amigos a deixar o país, renunciando mais uma vez à cidadania alemã.

A 7 de outubro de 1933, Einstein partiu para os Estados Unidos, onde passou a integrar o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton. Em 1940 ganhou a cidadania americana, mantendo também a cidadania suíça.

Em 1941 teve início o Projeto Manhattan, que visava o desenvolvimento da bomba atômica pelos americanos. Einstein não teve participação no projeto. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.

A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais "Por Que a Guerra?" (1933), em colaboração com Sigmund Freud; "O Mundo como Eu o Vejo" (1949); e "Meus Últimos Anos" (1950). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e profunda do universo.

Em 1952, Ben-Gurion, então primeiro-ministro de Israel, convidou Albert Einstein para assumir o cargo de presidente do Estado de Israel. Doente, Einstein recusou. Uma semana antes de sua morte assinou sua última carta, endereçada a Bertrand Russell, concordando em que o seu nome fosse incluído numa petição exortando todas as nações a abandonar as armas nucleares.

Contribuindo para a física no século 20 no âmbito das duas teorias que constituíram seus traços mais peculiares - a dos quanta e da relatividade -, Einstein deu à primeira o elemento essencial de sua concepção do fóton, indispensável para que mais tarde se fundissem, na mecânica ondulatória de Louis de Broglie, a mecânica e o eletromagnetismo. E deu à segunda sua significação completa e universal, que se extrapola dos campos da ciência pura e atinge as múltiplas facetas do conhecimento humano. Saliente-se também que algumas das descobertas de Einstein - como a noção de equivalência entre massa e energia e a do continuumquadridimensional, suscitaram interpretações filosóficas de variadas tendências.

Einstein morreu a 18 de abril de 1955, em Princeton, Nova Jersey, aos 76 anos. Seu corpo foi cremado.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala

Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala

Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala

Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala


Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala

 Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala

Minhas duas últimas peças prontas, a Colcha de Square Caleidoscopio e a Almofada\ Pillow crochet Circle Mandala juntas para alegrar o dia, as duas peças estão disponíveis na minha loja Elo, caso tenha interesse entre em contato pelos comentários ou pelo meu email.

Vejam abaixo a receitas das duas peças nos links:


A arte de ouvir


Onde quer que te encontres, de uma ou de outra forma, despertarás o interesse de alguém.

Algumas pessoas poderão arrolar-te como antipático e até buscarão hostilizar-te.

Outras se interessarão por saber quem és e o que fazes.

Inúmeras, no entanto, te falarão, intentando um relacionamento fraterno.


Cada qual sintonizará contigo dentro do campo emocional em que estagia.

Como há carência de amigos e abundância de problemas, as criaturas andam a cata de quem as ouça, ansiando por encontrar compreensão.

Em razão disso, todos falam, às vezes simultaneamente.

Concede, a quem chega, a honra de o ouvir.

Não te apresses em cumulá-lo de informações, talvez desinteressantes para ele.

Silencia e ouve.

Não aparentes saber tudo, estar por dentro de todos os acontecimentos.

Nada mais desagradável e descortês do que a pessoa que toma a palavra de outrem e conclui-lhe a narração, nem sempre corretamente.


Sê gentil, facultando que o ansioso sintonize com a tua cordialidade e descarregue a tensão, o sofrimento...

No momento próprio, fala, com naturalidade, sem a falsa postura de intocável ou sem problema.

A arte de ouvir é, também, a ciência de ajudar.

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Pelo Espírito Joanna de Ângelis
Psicografia Divaldo Pereira Franco
Livro: Episódios Diários

O que acham do meu Naninha Cachorrinho?